Master Agroindustrial recebe R$ 72,5 milhões para projeto inovador em suinocultura

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O projeto é considerado estruturante para a suinocultura brasileira, ao incorporar avanços em genética, biossegurança e eficiência produtiva

Projeto vai ampliar padrões de genética, biossegurança e competitividade do setor
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) concedeu financiamento de R$ 72,5 milhões para a Master Agroindustrial, por meio do programa BNDES Mais Inovação, implantar uma granja-núcleo em Canoinhas, no Planalto Norte catarinense. O projeto é considerado estruturante para a suinocultura brasileira, ao incorporar avanços em genética, biossegurança e eficiência produtiva em um modelo de alta tecnologia. Com investimento total de R$ 91,2 milhões, a nova unidade terá capacidade para alojar até 5 mil matrizes de alto valor genético e produzir cerca de 150 mil suínos por ano. Uma estrutura será dedicada à preservação, multiplicação e desenvolvimento de linhagens genéticas, atualmente como base tecnológica para o aprimoramento contínuo da planta suinícola.
O empreendimento inclui a adoção de sistemas de biossegurança, rastreabilidade e monitoramento sanitário, além de uma estrutura de produção segmentada para o manejo de rebanhos e do gerente de material genético na atividade. O financiamento é destinado à implantação e à expansão de estruturas externas à produção genética na cadeia da suinocultura. O projeto inclui investimentos em tecnologias, rastreabilidade, bem-estar animal e controles sanitários, conforme especificações técnicas especificações pela empresa. Entre os resultados esperados estão ganhos de produtividade, redução de perdas sanitárias, maior consistência genética dos rebanhos e avanço em programas de controle de doenças que afetam a eficiência da produção suinícola. A integração entre genética avançada, manejo especializado e biossegurança reforça a posição do Brasil como um dos principais fornecedores globais de proteína suína.

O empreendimento também incorpora soluções de sustentabilidade, com aproveitamento de resíduos da produção para geração de biofertilizantes e biogás, aplicadas em propriedades rurais do entorno, promovendo economia circular e uso eficiente de recursos. Durante a fase de execução do projeto, serão gerados cerca de 70 empregos diretos e 280 indiretos. Posteriormente, com a unidade em operação, a estrutura manterá 35 postos de trabalho permanentes e outros 140 indiretos.

 O projeto é considerado estruturante para a suinocultura brasileira, ao incorporar avanços em genética, biossegurança e eficiência produtiva 

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