Indústria gaúcha manifesta preocupação com a suspensão do Plano Safra

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Entidade ressalta que, além de afetar diretamente a agricultura, a medida impacta a indústria e o desenvolvimento do país

A falta de acesso ao financiamento pode gerar desafios significativos para os produtores rurais

A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs) manifestou preocupação com a decisão do governo federal de suspender, a partir desta sexta-feira (21), novas contratações com subvenção federal do Plano Safra 2024/2025. “A medida afeta diretamente a indústria, a agricultura e os setores ligados ao agronegócio”, alerta Claudio Bier, presidente do Sistema Fiergs. “O Plano Safra é muito importante para o desenvolvimento econômico do país. É necessário que a suspensão seja reavaliada já que há setores que dependem dessas linhas de crédito para manutenção da produção e dos investimentos”, ressalta.

A suspensão das novas contratações pode afetar diretamente a indústria de insumos, de máquinas agrícolas, a agricultura comercial e a agroindústria, que dependem dessas linhas de crédito com juros mais baixos para manutenção de seus custos operacionais e investimentos em expansão. O crédito rural é uma ferramenta estratégica para garantir a competitividade e a sustentabilidade do setor agrícola brasileiro, e a falta de acesso a essas linhas de financiamento pode gerar desafios significativos para os produtores rurais e para a economia local.

Em documento enviado aos parlamentares gaúchos, a entidade gaúcha ressalta a importância da votação o quanto antes do orçamento de 2025, que ainda não foi aprovado pelo Congresso Nacional, o que tem gerado bloqueio de recursos necessários para viabilizar essas operações. “A Fiergs se coloca à disposição para colaborar com soluções para a retomada do fluxo de crédito e o apoio ao desenvolvimento econômico do Rio Grande do Sul e do Brasil. Nossa missão é garantir que os industriais e produtores rurais tenham acesso a recursos necessários para seguir com seus investimentos e assegurar o crescimento sustentável do setor”, conclui Bier.

 Entidade ressalta que, além de afetar diretamente a agricultura, a medida impacta a indústria e o desenvolvimento do país 

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